Showing posts with label Trendspotting. Show all posts
Showing posts with label Trendspotting. Show all posts

// Summertime

É consensual para todas as mulheres que bikinis nunca são demais! Se, para o dia-a-dia, temos dezenas de t-shirts, camisolas, calças e acessórios diferentes, porque é que nos havemos de contentar com um ou dois bikinis para dias e dias a fio na praia?

// Água Doce, Colecção Verão'08





// Cia Marítima, Colecção Verão'08



Para aquelas que concordam com esta política, aqui ficam mais propostas do que usar na praia este Verão. Previnam-se e corram às lojas a comprar “Os Bikinis” para a estação... antes que esgotem!


// ModaLisboa|Estoril 30 // Day 04 // Grand Finale

Os quatro dias de ModaLisboa passaram num ápice… ainda há poucos dias se faziam os preparativos para a cobertura de mais uma edição, e ontem já foi o final, o dia 04 da ModaLisboaEstoril.
Dividindo-se entre o Salão Preto e Prata do Casino Estoril para algunas dos desfiles, e algumas das salas do Hotel Palácio, mesmo ali ao lado, para outros, o grand finale da ModaLisboaEstoril contou com Nuno Gama, Nuno Baltazar, White Tent, Lara Torres, Aforest Design e, a fechar, CascaisModa Summer’08.

Nuno Gama foi o primeiro do grupo dos últimos a levar a sua colecção à passerelle; Inspirado na “Heritage”, nos valores da nossa história e tradição, Nuno Gama recriou peças que integram, desde sempre, o nosso guarda-roupa, peças intemporais e revisitou-as nas proporções e materiais, para passar a imagem de um homem forte e contemporâneo.
Em cores escuras com pequenos toques de bordeaux, azul ou castanho, as silhuetas vivem de um jogo de volumes, proporções e materiais, numa mistura de cortes clássicos, cor e acabamentos; a mistura de tecidos tradicionais com cortes exímios, o detalhe e a perfeição, reúnem-se numa colevcção simultaneamente clássica e moderna, de uma estética tranquila e simplista.
As gravatas feitas a partir da técnica de papel dobrado, que nos remete para a infância, são um dos exemplos do trabalho de reinterpretação das coisas de sempre que Nuno fez para criar a colecção.

// Nuno Baltazar
Um homónimo seguiu-se ao designer portuense; desta feita foi a vez de Nuno Baltazar brindar o público da ModaLisboa com “Jeanne e Olga”. A inspiração veio-lhe da Paris do início do séc.XX e da amizade ficcional entre duas mulheres de grandes artistas do século passado, Jeanne Hébuterne (mulher de Modigliani) e Olga Koklova (mulher de Picasso). Antagónicas no seu modo de vida, mas ainda assim enquadradas num mesmo quadro social e artístico, estas duas mulheres dão o mote para a colecção de couture à-porter de Nuno, de silhuetas contrastantes entre o loose/fitted, fluído/estruturado e curto/longo.
Cetins, chiffons, crepes bordados, sedas, jacquards, veludos e lãs pesadas foram os tecidos trabalhados pelo designer, tanto em abrigos e gabardines, como em longos vestidos. Quanto a cores, Nuno optou pelas tonalidades óleo em degradées, das quais se destacaram os castanhos sépia e os pretos.
As pinças e pregas com efeitos gráficos, as laçadas e sobreposições, os drapeados e os chapéus de abas super largas reforçaram a imagem melancólica e sofisticada da colecção.

// White Tent
Depois do desfile romântico de Nuno Baltazar, foi tempo de rumarmos ao Hotel Palácio, na lateral do casino, para ver o desfile da colecção Outono/Inverno dos White Tent.
Estreante na edição passada, este colectivo tem como interesse e ponto de partida para a conceptualização das suas colecções a manipulação das formas geométricas e a a sua moldagem para relacioná-las e adaptá-las ao corpo humano. Esta colecção específica nasceu da relação forma/movimento e explora as suas representações gráficas, baseando-se nas ilustrações de actividades desportivas dos artistas da Escola de Grovesnor.
Os volumes oversized e a distorção saão duas constantes na silhueta proposta pelos White Tent, que trabalharam o neoprene, o algodão, a lycra e a caxemira nas cores a que já nos habituaram (branco, preto e cinza) para a colecção de Outono/Inverno 08/09.

// Lara Torres

Ainda no Hotel Palácio, e desta vez numa sala maior, Lara Torres apresentou, com um performance levada a cabo por bailarinas, a colecção desenvolvida no âmbito do Projecto Mimesis, que teve a colaboração do ceramista Mário Nascimento e da joalheira Catarina Dias . A relação entre vestuário e memória é a base deste projecto, que visa explorar o limite da ideia de vestuário enquanto objecto utilitário; aqui, as peças de roupa ganham uma dimensão escultórica, carregando consigo as vivências pelas quais passaram, e perpetuando as formas sobreviventes, pela rigidez e durabilidade dos materiais. Peças de arte estidas cuidadosamente pelas bailarinas numa coreografia em jeito de ritual.
A silhueta vitoriana numa escala de brancos e beges, foi desenvovida em materiais, para além dos habituais como o algodão, a lã e o linho, fora do comum: porcelana e prata.

// Aforest Design

A encerrar o ciclo de criadores da ModaLisboaEstoril esteve Aforest Design, uma marca conhecida pelas suas peças descontraídas e clean. Para apresentar “The Fur Collection”, uma colecção constituída por elementos iconográficos do uso de pele de animais para a confecção de vestuário , Aforest brindou-nos com uma “anniversary instant party”, a celebrar o seu 5.º aniversário, com uma actuação do Dj Woman_iN_pANIC.
Ao som da música tocada, manequins desfilaram e dançaram em frente ao público, em jeito de reunião de amigos, envergando as criações de Sara Lamúrias em algodão, ganga, lã e feltro, muito cosy e fluídas.
Serigrafias, bordados e esculturas de feltro e tricot em tons escuros adornaram as peças maioritariamente brancas e beges criadas para o Outono/Inverno.

De volta ao Casino, e para fechar a ModaLisboaEstoril 30, a Moda de Cascais para o Verão que se aproxima subiu à passerelle do Salão Preto e Prata; coordenado por Susana Marques Pinto e Xana Guerra, o desfile CascaisModa, mixou peças de 12 lojas* e anunciou as tendências para a estação quente, que passam pelo estilo safari, pelos motivos florais e por uma paleta de cores rosa e violeta.
*Arrow, Benetton, Best 4 You, D-modé, Dream Sisters, Façonnable, Lacoste, Loja das Meias, Londoner, Poko Pano, Weill e Zoe.

// people look

E assim se deu por oficialmente terminada a trigésima edição da ModaLisboa, o acontecimento de moda mais importante do país.
Ficamos à espera da próxima edição, para trazer até vós novas inspirações, novas colecções, novas caras e talentos; e, claro está, para termos a oportunidade de, uma vez mais, nos lançarmos a quatro dias de trabalho e stress miudínho, que caracterizam os eventos deste género.
Até Outubro!

Dia 04 – Over!


// ModaLisboa|Estoril // Day 03

Terceiro dia da ModaLisboa Estoril… Casa cheia, programa recheado! O primeiro na lista foi José António Tenente, que perdemos porque a festa de lançamento da revista Park, sexta à noite na Estufa Fria, tornou humanamente impossível estar apto a trabalhar antes das 15h. Sabemos, no entanto, que o designer de moda utilizou como base da colecção um padrão de quadrados, que aproveitou nos seus diferentes formatos; Inspirado na década de 20, na coquetteria da mulher e na sobriedade do homem, sugeriu um Inverno romântico, feito de contrastes de tons sóbrios com vermelhos e escarlates.


O segundo desfile do dia (o primeiro para nós, portanto) foi uma surpresa, pela originalidade do conceito de apresentação da colecção e pela colecção em si, transmutável e versátil. Osvaldo Martins inspirou-se no cinema 3D futurista e criou um momento alienado de cinema no Auditório do Casino, subvertendo os habituais papéis de emissor/receptor .

O filme projectado era a plateia; o tempo era real, era o instante, e os actores misturaram-se com os espectadores para apresentar “Hipnose”, uma colecção de formas estruturadas e volumes desajustados ao corpo, em constante transformação diante dos nossos olhos.
O preto, o cinzento, o branco e o metalizado foram as cores escolhidas para os tecidos técnicos, impermeáveis, telas e sarjas de algodão, mousseline…

// Osvaldo Martins






Seguiu-se Aleksandar Protich, com uma colecção a mixar peças em bruto com sofisticação, estilo urbano e feminino com desportos de neve, numa clara apologia a uma nova geração de desportistas urbanos.
Aos extreme sports foi buscar o neoprene e a dureza de cortes , bem como detalhes característicos do desporto; depois, exaltou a feminilidade e delicadez com peças mais fluídas em leves em estampados tigresa. O resultado foi uma colecção de streewear, onde não faltaram o preto, os detalhes coloridos, o tie dye e os estampados femininos.

// Aleksandar Protich


A sci-fi, o futurismo e a tecnologia estão a dar cartas nas colecções para a próxima estação. Prova disso é a colecção de Lidija Kolovrat, que, inspirada pela interacção tecnologia-natureza, criou “Techno Nature”, o resultado artificial, mas ainda assim orgânico, do diálogo entre estas duas instâncias. Ao som da música feita ao vivo por quatro dj’s no centro da passerelle, desfilaram as criações da designer, “paisagens” de look total abertas à interpretação de cada um, onde coexistem harmoniosamente formas e materiais como o jersey, a lycra e a pele.
O FactoLab ficou encarregue dos cabelos, ricamente adornados e impecavelmente penteados. Adorámos o senhor desconhecido que desfilou para Lidija!

// Lidija Kolovrat




You Gotta Move” chegou até nós pelas mãos de Ana Salazar, a titã da moda portuguesa. Alimentada pela coexistência de formas díspares (maxi e mini; justo e oversized) e por um jogo de assimetrias, a colecção desenvolveu-se numa paleta de tons bem à imagem da designer, onde não faltam o preto, chocolate, titânio, azeitona e latão.
Com um look carregado, underground, as modelos encarnaram o espírito clash da colecção, carregando consigo jóias de Valentim Quaresma, chapéus de falso leopardo, e peças ora leves, de organza e rendas de lã, ora pesadas, em tweeds e pêlos.
No fim, Ana veio a palco agradecer, misturando-se com as modelos, num look bem ao jeito de “You Gotta Move”.

// Ana Salazar



Pedro Mourão, que na edição passada da ModaLisboa apresentou “Chocolate”, inspirou-se desta feita nos aviadores contadores de histórias e amantes dos 40’s para criar “Correio Aéreo”, a sua colecção masculina para o Outono/Inverno.
Entraram pela passerelle aviadores do século passado revisitados por Pedro, com um look contemporâneo e actual sem perder, no entanto, o encanto do je-ne-sais-quois do passado. Aqui, o slim usou-se do oversized para criar uma silhueta elegante, complementada por óculos de sol, gorros de couro, cachecóis de franjas hiper-longas e, claro está, o omnipresente bigode.
As lãs, couros e algodões foram os materiais escolhidos, e os beges, verdes, cinzas e castanhos as cores que mais se viram desfilar. Uma colecção que, quanto a nós, é uma sugestão a seguir para a próxima estação.

// Pedro Mourão


Mesmo com uma maratona de desfiles percorrida, o público continuava fiel aos criadores e, no penúltimo desfile, a sala estava cheia para receber Luís Buchinho.
Quem ficou, fez bem! Do Norte chegou-nos um mix da geometria e grafismo da “Art Dèco” dos anos 20 e do mood neo-romântico do início da década de 80, pela mão do designer. Uma colecção colorida, onde o beringela e o azul eléctrico foram reis no meio de cinzas e pretos e “pintaram” os mais diversos materiais, desde os jerseys ao jacquard.
Uma silhueta alongada resultante da mistura de volumes estruturados com linhas geométricas fluídas e suaves, um desfile de detalhes angulosos, drapeados déco, apontamentos em pêlo e metais. Indubitavelemente, o momento alto do dia, que conseguiu pôr-nos a ansiar o Outono quando ainda nem o Verão chegou…

// Luís Buchinho




O fecho do dia 03 da ModaLisboa ficou a cargo de Miguel Vieira. Seguindo a máxima modernista do desginer Mies van der Rohe em que “menos é mais”, Miguel Vieira usou-se do minimalismo para desenvolver uma colecção masculina de cortes retro e fatos cintados, e das formas orgânicos do modernismo, presentes na colecção feminina de silhuetas volumosas. Em ambas, e como é habitual, imperou a sofisticação e o glamour dos materiais e detalhes. Maioritariamente pretas, as criações de Miguel Vieira coordenadas com pumps e acessórios em acrílico, foram trabalhadas em lãs, falsos astracãs, sedas, caxemiras e veludos texturizados.

// Miguel Vieira


E assim foi o terceiro longo dia da ModaLisboaEstoril.
Amanhã há mais (mas só amanhã, porque depois a ModaLisboa só volta em Outubro).
Dia 03 - Over!




// ModaLisboa|Estoril // Day 02

O segundo dia da ModaLisboaEstoril começou com “L’orèal Paris Beauty Box”, uma exibição dos highlights da marca de make-up para a estação, a cargo da equipa de maquilhagem do AR atelier, de Antónia Rosa. Parabéns a todos os make-up artists!
O primeiro desfile do dia começou já com mais de uma hora de delay; Katty Xiomara, inspirada pelo filme alemão de sci-fi dos anos 20 de Fritz LangMetropolis”, desenhou uma colecção com o mesmo nome, que pretende recriar um futuro imaginado há quase um século atrás. Adaptando os conceitos futuristas do passado ao quotidiano, Katty foi buscar a “Metropolis” os metalizados e ou dourados, re-interpretou formas mecânicas com o mood cute a que nos habituou, numa analogia à luta Humano vs. Robot que o filme explora.
O exagero subtil dos volumes, o oversized, os detalhes simultaneamente decadentes e elegantes e o mood masculino revisitado com uma feminilidade característica da estilista juntaram-se a um jogo de contraste e harmonia entre cores metálicas, que podem dar corpo ao brilho ou à escuridão. As modelos, calçadas com Melissas de salto alto maracaram o ritmo daquele que foi, para nós, o ponto alto do dia!



//Katty Xiomara

Ricardo Preto subiu à passerelle já depois das 21h00, com “Hubble”, uma colecção de inspiração retro-futurista e tribal em jogos de ilusão óptica. Também para Ricardo, a sci-fi e o passado foram inspirações para o Outono/Inverno’08/09; deste antagonismo nasceu uma silhueta resultante da combinação entre o corte clássico minimal e a fluidez do passado e a techno-couture, de linhas geométricas estruturadas.
As caxemiras, algodões, sedas, lãs, vinis e malhas transmitiram esta ambienção techno sem, no entanto, deixarem de ser confortáveis. Quanto a cores, bom… o Rei foi (teoricamente) a não-cor: o Preto!
Citando o designer, “Black is the color!”


//Ricardo Preto

O último desfile do dia 02 da ModaLisboaEstoril ficou a cardo de Alexandra Moura. O ponto de partida para a colecção foram as manchas de tinta simétrica de Rorschach, usadas na psicologia projectiva; tal como as manchas, também a colecção de Alexandra pretende ter um papel de sugestão e levar cada um a interpretar de maneira diferente a colecção, de acordo com a sua personalidade.
O verde, o bege e o cinza acompanharam o preto (em notória maioria), muitas vezes adornado com o brilho dos tecidos acetinados usados pela designer, que, lado a lado com jersey, fazenda e malha deram corpo à colecção. As silhuetas fluidas e estruturadas destacaram detalhes de simetria (mais uma vez, a lembrar-nos as manchas) e marcaram os ombros, num mood ambíguo entre feminino e masculino e a preocupação e o rigor técnico com os volumes desenharam com cuidado os corpos.



// Alexandra Moura




// ModaLisboa|Estoril // Day01

A ModaLisboaEstoril já arrancou; quem passar ao pé do Casino não deve deixar de notar na tenda que se estende à sua porta, nas bandeiras do evento agitadas por um vento gelado (que não ajudou em nada) e no movimento fora do comum. Aficcionados de moda, curiosos, profissionais e “vip’s”, todos rumaram ao Casino Estoril, para fazer a festa da 30.º edição da semana de moda da capital portuguesa.

Antes de os desfiles começarem, as atenções focaram-se no auditório do Casino, onde foram exibidos o “Arquivo Moda Lisboa”, com mostra de spots publicitários de 17 anos do evento, e “Portugal Offashion”, um documentário de Joana Vasconcelos, uma descontextualização da moda e da mostra da moda em si.

Logo a seguir (mas mesmo logo, atenção!), a campaínha soou e o Salão Preto e Prata abriu portas para dar, oficialmente, início aos desfiles das colecções para o Outono/Inverno’08/09.
As honras couberam a Dino Alves, com “Wrong”; inspirada pelos erros da carreira do designer, pelo que falhou, pelos contratempos, esta colecção revisita o trabalho de Dino em jeito de flash-back, tirando partido do que correu mal. Ao estilo burguês decadente desfilaram assumidamente na passerelle os manchados, os rasgados e os descosidos.
Numa paleta de tons que vai desde o preto ao vermelho, passando pelos cinzas, verdes e mostardas, trabalhada em algodão, ganga, vinil jersey e lã, a colecção apresentou uma silhueta indefinida de volumes disformes e a descontextualização de objectos do quotidiano, que serviram como detalhes decorativos. Adorámos o vestido mega volumoso de flanela cinza rasgada!

//Dino Alves









Ricardo Dourado foi o segundo designer a mostrar a sua colecção para a próxima estação, um remake do uniforme colegial, pela simbologia de padronização que carrega consigo; a partir da sua desconstrução e re-construção, Ricardo Dourado criou peças com novas identidades, que dão vida a uma colecção prática e jovem.
Sobreposições, volumes criados por pregas horizontais, highlights nas mangas e golas, animaram uma colecção de silhuetas fluídas em tons de castanhos, pretos e beges.


// Ricardo Dourado






Seguiu-se o desfile de Pedro Pedro, designer de moda portuense estreante na ModaLisboa. Pois para o Black is Back, “Anatomias Urbanas” foi um bom cartão de visita para Pedro (Pedro)!
Inspirada pelos coletes aviadores de salvação, a colecção trouxe a anatomia/o esqueleto das próprias peças para a ribalta, assumindo-o como decoração das mesmas; desconstruíu formas, fragmentou-as e voltou a construí-las em patchworks com misturas de materiais.
Os brancos, beges e cinzas assumiram o comando da colecção, onde as golas hiper-volumosas foram um lugar-comum, bem como as linhas em A e trapézio.
// Pedro Pedro


A fechar a primeira noite de moda em português, com chave de ouro (mais uma vez, e a não defraudar as espectativas) esteve Filipe Faísca. “Mixed Together” foi um percurso visual desde a geometria e coquetteria dos 60’s até ao espírito wild dos 70’s, num crescendo de cor. As silhuetas oscilaram entre a fluidez e a destruturação, entre o masculino e feminino, num jogo de texturas, cores e atitudes. Dos cabelos curtos e óculos redondos , das saias plissadas, aos degrades em cores vivas aos ponchos com aplicações brilhantes, a colecção surpreendeu.
Pretos, brancos, cinzas, metalizados, beringela, rosa e uma paleta de beges foram os tons escolhidos por Filipe Faísca, que optou por trabalhar, para a colecção, materiais como a mousseline, tafetá, crepe, jersey, polyester e feltro.

// Filipe Faísca



No final, houve muitas palmas, pessoas de pé a aplaudir e um bom balanço deste primeiro dia!


Dia 01 – Over!